A moça

Se eu tivesse uma palavra para me descrever, qual seria? Acredito que determinação. Procuro dar o melhor de mim em tudo o que faço, gosto do ‘eu consigo fazer’ e não do ‘talvez de certo’. Não existem coisas impossíveis, apenas inalcançadas, desistidas. Sou um tanto tímida, sonhadora, teimosa, prefiro as amizades sinceras, gosto de ajudar os outros e de sorvete de flocos, detesto comer peixe e tudo que vem do mar e não como nenhum tipo de carne, sou estudante de medicina veterinária, sou muito satisfeita com o que faço, amo livros e escrever é uma grande paixão.

Sempre gostei de escrever, desde que me conheço por gente uso papéis e canetas para rascunhos nem sempre publicados. É uma forma de liberar o que a alma esconde, vomitar palavras inconscientes.

‘O poeta me disse que não é ele quem escreve e sim a parte do universo que conspira a seu favor que acaba por algum motivo ainda não relevado guiando sua mão esquerda, por ser canhoto, a escrever algumas coisas.’

Não sou feita apenas por palavras, vivo por outras coisas também. Tenho o meu Deus que tem me dado força sempre que preciso, o coloco em primeiro lugar antes de qualquer coisa, é preciso honrar para ser honrada. Possuo uma família que procuro cuidar todos os dias da melhor forma que consigo. Sou mulher de um homem incrível, que faz eu me apaixonar mais a cada dia que passa. Busco fazer o que posso para cuidar dos animaizinhos, visando ser uma futura médica incrível. Faço minhas buscas pelo futuro e tenho meus décimos nonos outonos. 

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